quarta-feira, 26 de outubro de 2011

É óbvio que todos neste momento pensam simplesmente nas conveniências do ENEM ser anulado ou não. Aqueles que foram muito bem, é claro que não querem e os que não tiveram a nota desejada é claro que querem.

O que devemos pensar sempre é que o ENEM é um concurso público, e como tal deve atender às exigências constitucionais.Ou seja, deve ter condições iguais a todos. Se este direito foi afetado, logo a prova DEVE SER ANULADA. É UMA VERGONHA o Governo anular apenas a prova dos alunos do Colégio onde a prova vazou. Isso afetou o Brasil inteiro e se quisermos ter o MÍNIMO de integridade política, devemos pressionar o Governo.
Coincidencia ou não, os grandes canais de comunicação ainda nem publicaram essa notícia que só está veiculada na internet. Será que eles têm rabo preso? tá na cara...espalhem essa notícia, mesmo se voce mandou bem no ENEM, pelo bem da transparência política.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Antagonismo - Direita e Esquerda

"IN PECTO”: DILMA E SERRA.
POR QUE DISCUTIR, ENTÃO, QUEM É O “MENOS PIOR”, SE AMBOS SÃO OBEDIENTES A ESSA FORÇA TRANSNACIONAL E FARÃO “TUDO QUE SEU MESTRE MANDAR” ?

Caros amigos patriotas:
Tenho acompanhado dos Estados Unidos, onde me encontrava até ontem, em viagem de pesquisas, estudos e contatos, toda a acalorada discussão que se trava, no Brasil, acerca de em quem devemos votar para presidente do Brasil, se em Serra ou em Dilma. Lá também haverá eleições (parlamentares), em breve, e as discussões se parecem, cada vez mais, com as travadas no nosso país. Nada a estranhar. Afinal, cada vez fica mais claro que os modelos de submissão popular aplicados aqui, lá e acolá, e suas nefastas conseqüências, são os mesmos, gerando reações semelhantes entre os eleitores.
Não obstante, durante essa minha ausência li toda a sorte de argumentos em prol, e contra, as candidaturas de uma e de outro, defendidos ou atacados, apaixonadamente, segundo as convicções de cada debatedor.
A meu modesto ver, convidado a mais esta vertente da mesma interminável discussão, pela cópia abaixo, que me foi enviada por um dos ilustres debatedores (aos quais desconheço pessoalmente), não me furtarei em dar a minha despretensiosa opinião, a de que todos têm um pedaço da verdade e a defendem, com unhas, dentes e muita competência, mas cometendo um mesmo deslize fundamental: Desconhecem, ou consideram irrelevante neste momento, o fato de que ambos os candidatos são totalmente gratos ao sistema de poder internacional que nos governa e explora, por vias transversas.

No tempo dos governos militares, os chamados, pejorativamente, de “anos de chumbo”, se dizia que a disputa presidencial era feita apenas entre generais de quatro estrelas e, portanto, não passava de um jogo de cartas marcadas. Saudosos tempos em que, ao menos, as candidaturas se faziam entre profissionais intelectualizados, todos de carreira idônea, simultaneamente submetidos aos rigores da caserna, com inteiro respeito à hierarquia e à disciplina, aos preceitos do patriotismo, da lei, da honestidade, da ordem e da honra, dependentes dos resultados positivos nos cursos severos que lhes balizavam a ascensão nas respectivas carreiras...
Enfim, gente de escol, com passado e trajetórias plenamente conhecidas e registradas em livros de ouro... Sob tais circunstâncias especialíssimas, não havia o mínimo risco de o Brasil ser entregue a gangues de despreparados, emergentes dos submundos e ‘bas-fonds’ mal cheirosos, arrivistas e pelegos ávidos pelo poder e pelas boquinhas destinadas aos aparelhados do partido... Nada de analfabetos funcionais, de demagogos oportunistas, de sindicalistas de portão de fábricas ou agitadores profissionais das esquinas e dos aparelhos clandestinos, subversivos da lei e da ordem, assassinos, assaltantes, meros ladrões de bancos e cofres particulares, seqüestradores de diplomatas ou de aeronaves em pleno vôo... Ordem e progresso, o lema da bandeira verde e amarela, não era um mero slogan de propaganda. Eram Objetivos Nacionais Permanentes.
O vermelho das bandeiras comuno-socialistas, bem, o vermelho-sangue da agitação estava totalmente fora de moda... Quanta diferença... A “redemocratização” do país nos trouxe à situação presente, um sujo jogo de cartas ainda mais marcadas, ensebadas por mãos imundas, jogado por quadrilhas que disputam palmo a palmo os nacos de poder, embora sirvam aos mesmos senhores internacionalistas... Como confiar, hoje, nos marginais de ontem, entregando-lhes o governo do estado, o destino do povo e a chefia de instituições basilares, como as Forças Armadas?...
Os membros dessas e de outras, ainda honradas, instituições nacionais, continuam a ter o mesmo desempenho do passado, mas doravante terão de se submeter e obedecer a ex-condenados, anistiados de seus crimes e agora exaltados como heróis da Pátria, elevados às imunidades parlamentares e presidenciais pelo sufrágio de um eleitorado majoritariamente influenciado e teleguiado por uma mídia orquestrada, iletrados que desconhecem os princípios básicos da nacionalidade, deixando-se seduzir por discursos populistas, continuístas e pelas gorjetas distribuídas ao final de cada mês. Ficam tão felizes com as lembrancinhas, mesmo sem saber que essas gorjetas representam menos de dez por cento das boladas substanciais distribuídas à gangue do Poder Secreto, embolsadas pelas mãos dos banqueiros e investidores internacionais, ou dos seus endeusados testas-de-ferro, os que ganham sem nada fazer e sem nenhum risco, acobertados que são pelo sistema financeiro oligárquico, administrado pela quadrilha de bancos centrais privados e independentes ou autônomos, e pelos seus respectivos “Comitês de Política Monetária”, todos entronados mundo afora e sem um único e escasso voto popular, orientados e instruídos que são, diretamente de Basiléia, na Suíça, pelo BIS, o pai e mentor de todos eles....
A chamada “política monetária responsável”, introduzida na calada da noite na Constituição-Cidadã, sem voto do plenário constituinte, a de 1988, que restituiu o poder aos civis, chega ao cúmulo de proibir o Banco Central do Brasil que financie o Tesouro Nacional, sem custos financeiros, obrigando o nosso país e o nosso povo a buscar financiamento na banca privada (a que cria seu dinheiro do nada, apenas contra admissões de dívidas) aos juros extorsivos “de mercado”, taxas, curiosamente, definidas pelo próprio Banco Central e seu COPOM, um colégio de cardeais ungido, naturalmente, por inspiração divina em Brasília, quando o Espírito Santo baixa na Esplanada dos Ministérios, entre baforadas de cigarrilhas holandesas e goladas de caninha 51 (ou de uísque escocês e champanhe francesa, conforme a ocasião e o gabarito dos convidados).
Com isso, a nossa maravilhosa política financeira nos tem assegurado, conforme as mentiras oficiais do dia a dia, uma economia sólida e superior à do resto do mundo, mas que esconde no bojo de tantas maravilhas uma dívida de dois trilhões de reais.... Ah, essa dinheirama toda nas mãos dos nossos ex-presidentes militares, quantos milagres teria produzido para e pelo Brasil...
Temos, segundo a crença geral e as mentiras oficiais, uma sólida economia que, entretanto, para se sustentar e garantir o curso da moeda e cobrir os déficits do Tesouro Nacional, naturalmente gerados pelos juros monumentais (mas sempre atribuídos, pela mídia colaboracionista, aos governos gastadores e aos déficits da Previdência) que o nosso generoso Banco Central estabelece, chutando a bola contra o próprio patrimônio, a moeda brasileira tem que pagar juros institucionais de 10,75% ao ano, ou, na boca do caixa, mais de 20% ao mês para quem precisa de dinheiro emprestado para sobreviver...
Maravilhosa política que ambos os candidatos prometem manter intocada, para sofrimento do povo e alegria incontida da oligarquia financeira planetária e de seus beneficiários exclusivos, sempre ocultos nas sombras.
Por isso, não votarei nem em um nem na outra, pois antevejo as conseqüências que virão, já a partir da próxima segunda-feira, quando serei o primeiro opositor de quem vencer o pleito. Por isso mesmo, jamais recomendo ou recomendarei, a quem quer que seja, de que forma e em quem deva votar. Que cada um seja responsável por seus próprios atos...
Sou e serei, sempre, um democrata que nasceu brasileiro e deseja morrer brasileiro. Não um mero cidadão do MERCOSUL, como já consta do nosso novo passaporte, emitido pelo governo civil dos extremados patriotas sócio-comunistas.
E, devo dizer aos ilustres debatedores: Votem em quem desejarem, mas não procurem exaltar os feitos de um ou de outro lado, como fazem nos textos abaixo. Os argumentos em prol de ambos os candidatos são todos falaciosos, na imensa maioria mentiras travestidas de boas intenções, e, certamente, não são do maior interesse pátrio... Já os argumentos contrários à eleição, tanto de Dilma quanto de Serra serão, quase sempre, a expressão da mais pura verdade.
Os oligarcas que nos controlam já têm mais esta eleição no bolso e não param de celebrar, às gargalhadas, mais quatro anos de vacas gordas que terão pela frente....
Ah! E também nos agradecem pelos bate-bocas, pelos argumentos e discussões de parte a parte, que darão consistência e legitimidade à farsa montada...
armindo abreu

domingo, 21 de março de 2010

O Governo Obama: A Etapa Final do Jogo da Comissão Trilateral

Autor: Patrick Wood, editor de The August Review30 de janeiro de 2009


[Nota: Para maior clareza, os nomes dos membros da Comissão Trilateral aparecem em negrito.].


Como observado em um artigo anterior, "Pawns of the Global Elite" (Os Peões da Elite Globalista), Barack Obama foi preparado por membros-chave da Comissão Trilateral. Mais notavelmente, Zbigniew Brzezinski, co-fundador da Comissão Trilateral com David Rockefeller em 1973, foi o principal assessor de política externa de Obama durante a campanha eleitoral.


A atenção dada a Obama é semelhante ao acompanhamento de Brzezinski ao candidato Jimmy Carter, antes da eleição dele em 1976 por uma larga margem de votos.
Para qualquer pessoa que duvide da contínua influência da Comissão sobre Obama, considere que ele já indicou pelo menos onze membros da Comissão para cargos de primeiro escalão e cargos-chave em sua administração.
De acordo com as listas oficiais de membros da Comissão, existem somente 87 membros provenientes dos EUA (os outros 337 membros são de outras regiões). Assim, em menos de duas semanas após tomar posse, as indicações de Obama envolvem mais de 12% do número total de membros da Comissão nos EUA.
I


sto é uma mera coincidência, ou é uma continuação do domínio da Comissão sobre o Poder Executivo desde 1976? (Para informações importantes de pano de fundo, leia o artigo "A Comissão Trilateral: Usurpando a Soberania das Nações").
Secretário do Tesouro: Tim Geithner
Embaixadora na ONU: Susan Rice
Assessor de Segurança Nacional: General James L. Jones
Subassessor de Segurança Nacional: Thomas Donilon
Presidente da Comissão de Recuperação Econômica: Paul Volcker
Diretor da Inteligência Nacional: Almirante Dennis C. Blair
Assistente da Secretária de Estado para a Ásia e o Pacífico: Kurt M. Campbell
Subsecretário de Estado: James Steinberg
Enviado Especial do Departamento de Estado: Richard Haass
Enviado Especial do Departamento de Estado: Dennis Ross
Enviado Especial do Departamento de Estado: Richard Holbrooke.
Existem muitos outros vínculos incidentais com a Comissão Trilateral, como por exemplo:





A Secretária de Estado Hillary Clinton é casada com o ex-presidente William Jefferson Clinton, que é membro da Comissão.




O grupo informal de assessores de Geithner inclui E. Gerald Corrigan, Paul Volcker, Alan Greenspan e Peter G. Peterson, entre outros. O primeiro emprego de Geithner após deixar a faculdade foi com Henry Kissinger, na Kissinger Associates.
Brent Scowcroft foi um assessor não-oficial de Obama e foi mentor de Robert Gates, o Secretário da Defesa.Robert Zoellick é o atual presidente do Banco Mundial.
Laurence Summers, Assessor Econômico da Casa Branca, teve como mentor o ex-Secretário do Tesouro, Robert Rubin, durante o governo Clinton.
Existem muitos outros nomes, mas estes são suficientes para você ter uma ideia do que está acontecendo.



Analise os Cargos


Observe que cinco dos indicados da Trilateral envolvem o Departamento de Estado, onde a política externa é criada e implementada. Hillary Clinton certamente está alinhada com essas políticas, pois o marido dela, o ex-presidente Bill Clinton, também é membro da Comissão Trilateral.



O que é mais importante do que a recuperação econômica? Paul Volcker é a resposta.
O que é mais importante que os serviços de Inteligência: O general James Jones, Thomas Donilon e o almirante Dennis Blair ocupam os três postos máximos.
O que é mais importante que o Tesouro e salvar o sistema financeiro? Timothy Geithner diz que tem as respostas.



O Departamento de Estado está virtualmente dominado por membros da Trilateral: Kurt Campbell, James Steinberg, Richard Naass, Dennis Ross e Richard Holbrooke.
Susan Rice é a embaixadora junto à Organização das Nações Unidas. A ONU é o instrumento escolhido para a governança global final. Rice ajudará a subverter os EUA e colocar o país sob o guarda-chuva dos Estados vassalos da ONU.



Conflito de Interesses



Desde 1973, a Comissão se reúne regularmente em sessões plenárias para discutir os trabalhos de ações políticas desenvolvidos por seus membros. As políticas são debatidas de modo a alcançar o consenso. Os membros respectivos retornam aos seus países para implementarem políticas coerentes com esses consensos.




O propósito original declarado da Comissão Trilateral era o de criar uma "Nova Ordem Econômica Internacional". A declaração atual foi reestruturada e diz "patrocinar uma cooperação mais íntima entre essas áreas industrializadas e democráticas centrais do mundo, com responsabilidades de liderança compartilhadas no sistema internacional mais amplo". (Veja o sítio da Comissão Trilateral na Internet).



Os membros da Trilateral nos EUA implementam as políticas determinadas por uma maioria de outros membros, que não são americanos, e que na maioria das vezes trabalham contra os melhores interesses do país.Como? Você pergunta.




Desde a administração Jimmy Carter, membros da Trilateral vêm ocupando os seguintes cargos tremendamente influentes:
Seis de oito dos presidentes do Banco Mundial, incluindo o atual presidente, Robert Zoellick;
Oito de dez Representantes Comerciais dos EUA;
O presidente e/ou vice-presidente de todo governo eleito (exceto Obama/Biden);
Sete de doze Secretários de Estado;
Nove de doze Secretários de Defesa.
Você está começando a compreender a enormidade da influência?
A Etapa Final do Jogo Está Para Acontecer
Para os membros da Trilateral, o jogo está quase acabado. O recente reaparecimento dos membros originais Henry Kissinger, Zbigniew Brzezinski, Brent Scowcroft e Paul Volcker serve para reforçar a conclusão que a Nova Ordem Econômica Internacional está próxima.
A Comissão Trilateral e seus membros planejaram o sistema global econômico, comercial e financeiro que atualmente está em um estado de caos total.
Será que isso significa que eles perderam? Dificilmente.
Como escrevi recentemente no artigo "Chorus call for New Order Order", eles estão usando a crise para destruir o que resta da soberania nacional, para que a N.O.M. possa ser final e permanentemente estabelecida.


Conclusão



A presidência de Obama é uma fraude e não merece confiança. Obama foi eleito prometendo trazer mudança, porém desde o início, mudança não é algo que está em vista. Ele foi cuidadosamente preparado e financiado pela Comissão Trilateral e seus amigos.
Em resumo, Obama é meramente a continuidade das desastrosas políticas que trouxeram ruína econômica sobre os EUA e para o resto do mundo. A experiência Obama pode ser comparada com a de Jimmy Carter, cujo mote de campanha era: "Eu nunca mentirei para vocês".
Quando a base Democrata finalmente perceber que foi ludibriada novamente (Bill Clinton e Al Gore eram membros), talvez isso provoque uma verdadeira revolução que expulse os políticos e agentes da Trilateral para fora do país, junto com suas políticas.
Muitos Republicanos e conservadores ainda estão lambendo suas feridas após finalmente descobrir que George W. Bush e Dick Cheney os ludibriaram da mesma forma durante dos desastrosos oitos anos de implementação das mesmas políticas!




Autor: Patrick M. Wood (The August Review), em http://www.augustreview.comData da publicação: 18/2/2009Transferido para a área pública em 30/1/2010Revisão: http://www.TextoExato.com

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Investigada, OMS revê regras de pandemia

Ótima notícia



Pressionada e investigada por causa da Influenza A (H1N1), mais conhecida como gripe suína, a Organização Mundial da Saúde (OMS) decidiu rever as regras para a declaração de futuras pandemias. O anúncio foi feito ontem pela diretora da entidade, Margaret Chan. Hoje, o Parlamento do Conselho da Europa inicia uma investigação para apurar suspeitas de influência indevida de farmacêuticas na entidade. Alguns cientistas da organização teriam constado na folha de pagamento de laboratórios.
A acusação veio após a imprensa dinamarquesa obter oficialmente informações de que membros do grupo criado para sugerir medidas à entidade eram cientistas financiados por empresas do setor. Há oito meses, a OMS decretou que o vírus H1N1 havia saído do controle e que o mundo vivia a primeira pandemia do século 21. Para isso, o critério foi a difusão do vírus em mais de dois continentes. Países passaram a gastar milhões para se preparar e a indústria farmacêutica focou atenção na nova doença. Menos de um ano depois, o número de mortes foi bem menor do que o esperado, enquanto milhões de vacinas ficaram encalhadas.
Parlamentares europeus centrarão esforços no papel do Grupo Estratégico de Especialistas em Imunização (Sage, na sigla em inglês). Isso porque o jornal escandinavo "Information" se utilizou de uma lei de liberdade de informação para obter dados sobre as doações recebidas por institutos médicos. Os dados mostram que um membro da Sage, o finlandês Juhani Eskola, recebeu em seu instituto mais de US$ 9 milhões em financiamento da GlaxoSmithKline, uma das empresas que fabricam a vacina contra a gripe. Eskola nega conflito de interesse.
Outro cientista é o holandês Albert Osterhaus, que também faz parte do comitê de aconselhamento. Os deputados holandeses começaram a investigar sua relação com a indústria e o fato de ter recebido bolsas, financiamento e contribuições da GSK, Sanofi, Novartis e outras empresas. No Reino Unido, o cientista responsável por elaborar sugestões ao Ministério da Saúde, Roy Anderson, também passou a ser avaliado por ser um ex-diretor da GSK. "A campanha da gripe suína parece ter causado um dano considerável aos orçamentos públicos, assim como para a credibilidade de agências mundiais de saúde", diz a resolução aprovada pelo Conselho da Europa que dá início à investigação.
Paulo Buss, representante do Brasil no Conselho Executivo da OMS, que ocorre nesta semana em Genebra, acredita que a entidade tomou a decisão acertada em alertar para o vírus. "Ninguém sabia o que viria. Agora é fácil criticar", disse. Para Chan, foi o trabalho da OMS que evitou que a doença se espalhasse mais. O H1N1 começa a perder força, mas a entidade afirma que é cedo para dizer que a pandemia terminou.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

A Supremacia do Grupo

O que é, em verdade, um grupo?

Este é o terceiro conceito que divide o coletivismo do individualismo. O coletivismo está baseado na crença que o grupo é mais importante que o indivíduo. De acordo com essa visão, o grupo é uma entidade e tem seus próprios direitos. Além disso, esses direitos são mais importantes que os direitos individuais. Portanto, é aceitável sacrificar os indivíduos, se necessário para o "bem maior do número maior". Quantas vezes temos ouvido isso? Quem pode fazer objeções à perda da liberdade se ela for justificada como necessária para o bem maior da sociedade? O grupo final, é claro, é o Estado. Portanto, o Estado é mais importante que os cidadãos individuais, e é aceitável sacrificar os indivíduos, se necessário, para o benefício do Estado. Esse conceito está na essência de todos os sistemas totalitários modernos criados com base no modelo coletivista.



Por outro lado, os individualistas dizem, "Espere um minuto. Grupo? O que é um grupo? Isso é apenas uma palavra. Você não pode tocar um grupo. Você não pode ver um grupo. Tudo o que você pode ver e tocar são os indivíduos. A palavra grupo é uma abstração e não existe como uma realidade tangível. É como a abstração chamada floresta. Não existem florestas; o que existem são árvores. Floresta é um conceito de muitas árvores. Da mesma forma, a palavra grupo meramente descreve o conceito abstrato de muitos indivíduos. Somente os indivíduos são reais e, portanto, não existe essa coisa de direitos do grupo. Somente os indivíduos é que têm direitos.



O simples fato de existirem muitos indivíduos em um grupo e somente alguns em outro não dá maior prioridade aos indivíduos no grupo maior — mesmo se você chamá-lo de Estado. Uma maioria de eleitores não tem mais direitos que a minoria. Os direitos não são derivados do poder dos números. Eles não vêm do grupo. Eles são intrínsecos com cada ser humano.



Quando alguém argumenta que os indivíduos precisam ser sacrificados para o bem maior da sociedade, o que está realmente dizendo é que alguns indivíduos devem ser sacrificados para o bem maior de outros indivíduos. A moralidade do coletivismo está baseada nos números. Qualquer coisa pode ser feita desde que o número de pessoas que supostamente se beneficiará seja maior que o número de pessoas que serão sacrificadas. Digo supostamente porque no mundo real, aqueles que decidem quem será sacrificado não contam de forma justa. Os ditadores sempre afirmam que representam o bem maior do maior número, mas, na realidade, eles e suas supostas organizações constituem menos de 1% da população. A teoria é que alguém tem de falar pelas massas e representar seus melhores interesses, porque as pessoas são estúpidas demais para descobrir por si mesmas. Portanto, os líderes coletivistas, sábios e virtuosos como são, tomam as decisões para elas. É possível explicar qualquer atrocidade ou injustiça como uma medida necessária para o bem maior da sociedade. Os totalitários sempre se apresentam como humanitários.




Como os individualistas não aceitam a supremacia do grupo, os coletivistas freqüentemente os retratam como egoístas e insensíveis às necessidades dos outros. Esse tema é comum nas escolas hoje. Se uma criança não está disposta a seguir com o grupo, ela é criticada por ser socialmente indisciplinada e por não ser um bom "jogador de equipe" ou um bom cidadão. Aquelas elegantes pessoas nas fundações isentas de impostos têm muito a ver com isso. Mas o individualismo não está baseado apenas no ego. Está baseado em um princípio. Se você aceitar a premissa que os indivíduos podem ser sacrificados pelo grupo, cometeu um grave erro em duas frentes. Primeiro, os indivíduos são a essência do grupo, o que significa que o grupo está sendo sacrificado de qualquer forma, parte por parte. Segundo, o princípio subjacente é mortal. Hoje, o indivíduo que está sendo sacrificado pode ser desconhecido para você, ou ser até mesmo alguém de quem você não gosta. Amanhã, pode ser você. Leva apenas um momento de reflexão para perceber que o bem maior para o número maior não é alcançado sacrificando-se os indivíduos, mas protegendo-se os indivíduos. A sociedade é melhor servida pelo individualismo, não pelo coletivismo.


Continua...

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

2. A Origem do Poder do Estado



O segundo conceito que separa o coletivismo do individualismo tem que ver com a origem do poder do estado. Os individualistas acreditam que um governo justo deriva seu poder, não da conquista e subjugação de seus cidadãos, mas do livre consentimento dos governados. Isso significa que o estado não pode ter poderes legítimos a não ser que eles sejam dados a ele por seus cidadãos. Dito de outra forma, os governos somente podem fazer coisas que seus cidadãos também têm o direito de fazer. Se os indivíduos não têm o direito de realizar um determinado ato, então não podem conceder esse direito aos seus representantes eleitos. Eles não podem delegar aquilo que não têm.



Vamos usar um exemplo extremo. Vamos assumir que um navio afundou em uma tempestade e três homens exaustos estão lutando para sobreviver no mar. Subitamente, eles alcançam um bote salva-vidas. O bote foi projetado para manter uma única pessoa flutuando; mas com cuidadosa cooperação entre elas, consegue manter duas pessoas flutuando. Entretanto, se uma terceira pessoa se agarrar ao bote salva-vidas, ele se torna inútil, e todas as três ficarão novamente à mercê do mar. Os homens tentam se alternar: um bóia na água enquanto os outros dois se agarram ao bote salva-vidas; mas após algumas horas, nenhum deles tem mais forças para continuar. A triste verdade gradualmente se torna clara: a não ser que um deles seja separado do grupo, todos os três morrerão afogados. O que devem, então, esses três homens fazer?




A maioria das pessoas hoje diria que dois homens estariam justificados em forçar o terceiro a se afastar. O direito da auto-sobrevivência é de fundamental importância. Tirar a vida de outra pessoa, embora seja um ato terrível, é moralmente justificável se for necessário para salvar a própria vida. Essa certeza é verdadeira para a ação individual, mas e a ação coletiva? Onde dois homens recebem o direito de se unir e atacar o terceiro homem?





O coletivista responde que os dois homens têm um direito maior à vida porque são numericamente superiores ao terceiro homem, que está só. É uma questão de matemática: o maior bem para o maior número de pessoas. Isso torna o grupo mais importante que o indivíduo e justifica que dois homens forcem o terceiro a se afastar do bote salva-vidas. Há certa lógica nesse argumento, mas, se simplificarmos ainda mais o exemplo, veremos que, embora a ação seja correta, ela é justificada pelo raciocínio errado.





Vamos assumir agora que existam somente dois sobreviventes — de modo que eliminamos o conceito de grupo — e vamos também assumir que o bote suporte somente uma pessoa, não duas. Sob essas condições, seria similar a enfrentar um inimigo em uma batalha. Você precisa matar ou morrer. Somente um poderá sobreviver. Estamos lidando agora com o direito de competição pela auto-sobrevivência para cada indivíduo, e não há um grupo mitológico para confundir a questão. Sob essa condição extrema, é claro que cada pessoa teria o direito de fazer qualquer coisa que possa para preservar sua própria vida, mesmo se isso levar à morte de outra pessoa. Alguns podem argumentar que seria melhor sacrificar a própria vida em favor de um estranho, mas poucos argumentariam que não fazer isso seria errado. Assim, quando as condições são simplificadas para sua essência mais crua, vemos que o direito de negar vida aos outros vem do direito do indivíduo de proteger sua própria vida. Ele não precisa do assim-chamado grupo para ordená-lo.





No caso original dos três sobreviventes, a justificativa para negar a vida a um deles não vem do voto da maioria, mas de seus direitos individuais e separados de garantir sua própria sobrevivência. Em outras palavras, qualquer um deles, agindo sozinho, estaria justificado nessa ação. Eles não são capacitados pelo grupo. Quando contratamos a polícia para proteger nossa comunidade, estamos simplesmente pedindo-lhe para fazer aquilo que nós mesmos temos o direito de fazer. Usar a força física para proteger nossas vidas, nossa liberdade e nossa propriedade é uma função legítima do governo, porque esse poder é derivado do povo como indivíduos. Ele não surge a partir do grupo. [3].







Aqui está mais um exemplo — menos extremo, mas muito mais típico do que realmente acontece todos os dias nos corpos legislativos. Se altos funcionários do governo decidem um dia que ninguém deve trabalhar aos domingos, e até assumindo que a comunidade geralmente suporte a decisão deles, onde eles teriam a autoridade de usar o poder de polícia do Estado para impor esse decreto? Os cidadãos individuais não têm o direito de compelir seus vizinhos a não trabalhar, de modo que não podem delegar esse direito aos seus governos. Onde, então, teria o Estado obtido a autoridade? A resposta é que ela viria de si mesmo; seria autogerada. Seria similar ao direito divino das antigas monarquias, em que assumia-se que os governos representavam o poder e a vontade de Deus — conforme interpretado pelos líderes terreais, é claro. Em tempos mais modernos, a maioria dos governos não pretende ter Deus como sua autoridade, eles apenas confiam nas tropas de elite e nos exércitos, e qualquer um que crie objeções é eliminado. Como disse aquele bem-conhecido coletivista, Mao Tse-Tung, "O poder político cresce a partir do cano de um pistola.".









Quando os governos afirmam derivar sua autoridade de qualquer força que não os governados, isso sempre leva à destruição da liberdade. Impedir que as pessoas trabalhassem aos domingos não seria visto como uma grande ameaça à liberdade, mas uma vez que o princípio é estabelecido, ele abre a porta para mais éditos, e mais, e mais, até que a liberdade se acabe. Se aceitarmos que o Estado ou qualquer grupo tenha o direito de fazer coisas que os indivíduos sozinhos não têm o direito de fazer, então, talvez de forma não intencional, estejamos apoiamos o conceito que os direitos não são intrínsecos ao indivíduo e que eles, na verdade, originam-se com o Estado. Uma vez que aceitássemos isso, estaríamos na estrada para a tirania.
Os coletivistas não estão preocupados com essas questiúnculas. Eles acreditam que os governos têm realmente poderes que são maiores do que o dos cidadãos, e a fonte desses poderes, eles dizem, está, não nos indivíduos dentro da sociedade, mas na própria sociedade, o grupo ao qual os indivíduos pertencem.

terça-feira, 3 de novembro de 2009


O Abismo: Duas Éticas Que Dividem o Mundo Ocidental
Existem muitas palavras comumente usadas hoje em dia para descrever as atitudes políticas. Ouvimos dizer que existem conservadores, liberais, libertários, direitistas, esquerdistas, progressistas, socialistas, comunistas, trotskistas, maoístas, fascistas, nazistas e, como se isso tudo não fosse confuso o bastante, agora temos os neoconservadores, os neonazistas, e os neo-qualquer coisa mais. Quando nos perguntam qual é nossa orientação política, esperam que escolhamos a partir de uma dessas palavras. Se não tivermos uma opinião política ou se estivermos receosos de fazer uma má escolha, então, por segurança, dizemos que somos moderados — acrescentando mais uma palavra à lista. Porém, nem uma pessoa em cada mil pode definir claramente a ideologia que qualquer uma dessas palavras representa. Elas são usadas, primeiro, como rótulos para colocar uma aura de bondade ou de malignidade, dependendo de quem usa as palavras e quais emoções elas acionam em suas mentes.
Por exemplo, qual é a definição realista de conservador? Uma resposta comum seria que um conservador é uma pessoa que quer conservar o status quo e se opõe à mudança. Mas, a maioria das pessoas que chamam a si mesmas de conservadoras não está a favor de manter o atual sistema de tributação elevada, os gastos maiores do que as receitas, a expansão das políticas de bem-estar social, a leniência com relação aos criminosos, a ajuda externa, o crescimento do governo, e qualquer uma das outras marcas características da ordem atual. Esses são os bastiões muito bem guardados daquilo que chamamos de liberalismo. Os liberais de ontem são os conservadores de hoje, e as pessoas que chamam a si mesmas de conservadoras são realmente radicais, por que querem uma mudança radical do status quo. Não é maravilha que a maioria dos debates políticos soe como se tivesse sido originado na torre de Babel. Todos estão falando uma linguagem diferente. As palavras podem soar familiares, mas os oradores e os ouvintes têm cada um suas próprias definições particulares.
Na minha experiência já observei que, uma vez que as definições são comumente compreendidas, a maioria das discórdias chega ao fim. Para a admiração daqueles que pensam que eram oponentes ideológicos amargos, eles freqüentemente descobrem que, na verdade, estão em concordância básica. Assim, para tratar com essa palavra, coletivismo, nossa primeira ordem do dia é lançar fora o lixo. Para compreendermos as agendas políticas que dominam nosso mundo atualmente, não podemos permitir que nosso pensamento seja contaminado pela carga emocional do antigo vocabulário.
Pode surpreender você saber que a maioria dos grandes debates do nosso tempo — pelo menos no mundo ocidental — pode ser dividida em apenas dois pontos de vista. Todo o resto é enchimento. Tipicamente, eles enfocam se uma determinada ação deve ser seguida; mas o conflito real não é sobre os méritos da ação; é sobre os princípios, o código ético que justifica ou proíbe essa ação. É uma competição entre a ética do coletivismo de um lado, e o individualismo do outro. Essas são palavras que têm significado, e descrevem um abismo filosófico que divide todo o mundo ocidental! [2].
A única coisa que é comum tanto aos coletivistas quanto aos individualistas é que a vasta maioria deles é bem intencionada. Eles querem a melhor vida possível para suas famílias, para seus compatriotas, e para a humanidade. Eles querem prosperidade e justiça para todos. Eles discordam na forma de produzir esses ideais.
Estudei a literatura coletivista por mais de quarenta anos e, após certo tempo, percebi que existiam certos temas recorrentes, que considero os seis pilares do coletivismo. Se eles forem virados de cabeça para baixo, são também os seis pilares do individualismo. Em outras palavras, existem seis conceitos principais dos relacionamentos políticos e sociais; e, dentro de cada um deles, os coletivistas e os individualistas têm pontos de vista opostos.
1. A Natureza dos Direitos Humanos
O primeiro desses tem que ver com a natureza dos direitos humanos. Os coletivistas e os individualistas concordam que os direitos humanos são importantes, mas diferem sobre o quão importantes e especialmente sobre o que é presumido como sendo a origem desses direitos. Existem somente duas possibilidades nesse debate. Ou os direitos do homem são intrínsecos ao seu ser, ou são extrínsecos, o que significa que ou ele os possui no nascimento ou eles lhe são dados depois. Em outras palavras, eles são hardware, ou software. Os individualistas acreditam que eles são hardware; os coletivistas acreditam que eles são software.
Se os direitos são dados ao indivíduo após o nascimento, então quem tem o poder de fazer isso? Os coletivistas acreditam que essa é uma função do governo. Os individualistas ficam nervosos com essa concepção, porque, se o Estado tem o poder de conceder direitos, também tem o poder de retirá-los, e esse conceito é incompatível com a liberdade individual.
A visão do individualismo foi expressa claramente na Declaração de Independência dos EUA, que diz:
"Consideramos essas verdades auto-evidentes, que todos os homens foram criados iguais, que receberam do Criador certos direitos inalienáveis, que entre esses direitos estão a vida, a liberdade e a busca da felicidade. Que para assegurar esses direitos, os governos são instituídos entre os homens..."
Nada poderia ser mais claro do que isso. "Direitos inalienáveis" significa que eles são a posse natural de cada um de nós ao nascer e não são concedidos pelo Estado. O propósito do governo não é conceder direitos, mas garanti-los e protegê-los.
Em contraste, todos os sistemas políticos coletivistas adotam a visão oposta que os direitos são concedidos pelo Estado. Isso inclui os nazistas, fascistas, e comunistas. É também um dogma das Nações Unidas. O artigo Quarto da Convenção da ONU Sobre os Direitos Econômicos, Sociais e Culturais diz:
"Os Estados participantes da presente Convenção reconhecem que, no gozo desses direitos oferecidos pelo Estado... o Estado poderá sujeitar esses direitos somente às limitações conforme forem determinadas por lei."
Repito: se aceitarmos que o Estado tem o poder de outorgar direitos, então precisamos também concordar que ele tem o poder de retirar esses direitos. Observe o fraseado da Convenção da ONU. Após proclamar que os direitos são oferecidos pelo Estado, ela então diz que esses direitos podem estar sujeitos a limitações "conforme forem determinadas pela lei". Em outras palavras, os coletivistas na ONU se atrevem a nos conceder nossos direitos e, quando estiverem prontos para retirá-los, tudo o têm a fazer é aprovar uma lei autorizando a supressão desses direitos.
Compare isso com a Carta de Direitos na Constituição dos Estados Unidos. Ela diz que o Congresso não passará leis que restrinjam os direitos da liberdade de expressão, de religião, de assembléia pacífica, o direito de portar armas, e assim por diante — sem exceções "conforme determinadas por lei". A Constituição incorpora a ética do individualismo. A ONU incorpora a ética do coletivismo, e que diferença isso faz!
CONTINUA...

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Abismo entre Individualismo e Coletivismo 2


A Agenda Oculta (Parte 2)

Por Edward Griffin.

(...) Agora que estamos em nossa máquina do tempo, fazemos o seletor apontar para o ano 1954 e, subitamente, encontramo-nos nos luxuosos escritórios da Fundação Ford, em Nova York. Ali estão dois homens sentados a uma mesa de mogno, conversando um com o outro. Eles não podem nos ver nem ouvir, mas podemos vê-los muito bem. Um desses homens é Rowan Gaither, que era presidente da Fundação Ford naquele tempo. O outro era Norman Dodd, o investigador-chefe para o que foi chamado de Comitê do Congresso Para Investigar as Fundações Isentas de Impostos. A Fundação Ford era uma dessas, de modo que Dodd estava ali como parte de sua atribuição no Congresso.

Preciso dizer a vocês que foi em 1982 que encontrei o Sr. Dodd em seu estado natal da Virgínia onde, naquele tempo, eu tinha uma equipe de televisão fazendo entrevistas para um filme documentário. Eu tinha anteriormente lido o testemunho do Sr. Dodd e percebi o quão importante ele era; assim, quando nossa equipe teve um tempo livre, telefonei para ele e perguntei se estaria disposto a fazer uma declaração diante de nossas câmeras e ele disse: "Sim, é claro". Estou contente por termos obtido a entrevista, porque Dodd já era avançado em idade, e não demorou muito para ele vir a falecer. Fomos sortudos em captar a história dele em suas próprias palavras. O que estamos agora testemunhando com nossa máquina do tempo foi confirmado em detalhes vinte anos depois e preservado em vídeo.

Estamos agora no ano de 1954, e ouvimos Gaither dizer a Dodd: "Você estaria interessado em saber o que fazemos aqui na Fundação Ford?" E Dodd diz, "Sim! É precisamente para isso que estou aqui. Estaria muito interessado." Então, sem absolutamente qualquer provocação, Gaither diz, "Sr. Dodd, operamos em resposta a algumas diretrizes, a essência das quais é que usaremos nossa capacidade de conceder bolsas para alterar a vida nos Estados Unidos para que o país possa ser confortavelmente fundido com a União Soviética.".
Dodd quase cai da cadeira quando ouve isto. Então ele diz a Gaither: "Bem, vocês podem fazer qualquer coisa que quiserem com sua capacidade de conceder bolsas, mas não acha que têm a obrigação de revelar isso ao povo americano? Vocês têm isenção de impostos, o que significa que são subsidiados indiretamente pelo contribuinte, então, por que não dizem ao Congrego e ao povo americano o que acaba de me dizer?" E Gaither responde, "Nunca faríamos isso, nem sonhando.".

Uma Estratégia para Controlar o Ensino da História

A questão que surge na mente de Dodd é: "Como seria possível para alguém pensar que poderia alterar a vida nos EUA para que o país pudesse ser confortavelmente fundido com a União Soviética e, por implicação, com outros países do mundo?" Que idéia absurda seria — especialmente em 1954. Isso requereria o abandono dos conceitos americanos de justiça, as tradições de liberdade, de soberania nacional, de identidade cultural, as proteções constitucionais, e a independência política, para citar apenas alguns. Porém, esses homens estavam sendo mortalmente sérios. Eles não estavam focados na questão se isso podia ser feito. A única questão era como fazer. O que seria necessário para alterar as atitudes do povo americano? O que seria necessário para convencê-los a abandonar sua herança em troca de uma união global?

A resposta foi fornecida por outra prestigiosa e famosa fundação isenta de impostos, a Carnegie Endowment Fund for International Peace. Quando Dodd visitou essa organização e começou a fazer perguntas sobre suas atividades, o presidente disse: "Sr. Dodd, o senhor tem muitas perguntas. Seria muito tedioso e demorado para nós respondermos a todas elas, de modo que tenho uma contraproposta a lhe fazer. Por que o Sr. não envia um membro de sua equipe para nossas instalações, e abriremos nossas atas desde a primeira reunião do Fundo Carnegie, e essa pessoa poderá então examiná-las e copiar tudo o que encontrar ali. Assim, vocês saberão tudo o que estamos fazendo.".

Novamente, Dodd ficou admirado. Ele observou que o presidente era novo no cargo e provavelmente nunca tinha lido as atas. Assim, ele aceitou a oferta e enviou um membro de sua equipe para as instalações do Carnegie Endowment. O nome dessa pessoa era Catherine Casey, que, a propósito, era hostil à atividade do Comitê do Congresso. Os adversários políticos do Comitê a tinham colocado na equipe para ser um cão de guarda e um estorvo na operação. A atitude dela era: "O que pode haver de errado com as fundações isentas de impostos? Elas fazem tantas coisas boas." Assim, essa era a visão da Srta. Casey quando foi à sala da diretoria da Fundação Carnegie. Ela levou seu gravador Dictaphone (naquele tempo eles usavam cintas magnéticas) e gravou, palavra por palavra, muitas das passagens fundamentais das atas dessa organização, iniciando com a primeira reunião. O que ela descobriu foi tão chocante, que Dodd diz que ela quase ficou fora de si. Ela se tornou incapaz de realizar seu trabalho após isso e teve de receber outra atribuição.

Isto é o que aquelas minutas revelaram: desde o início, os membros da junta de diretores discutiam como alterar a vida nos Estados Unidos; como modificar as atitudes da população para que abrissem mão de seus princípios tradicionais e os conceitos de governo e fossem mais receptivos aos que eles chamavam de modelo coletivista de sociedade. Falarei mais sobre o significado da palavra coletivista em um momento, mas aqueles que escreveram os documentos que estaremos citando usam essa palavra freqüentemente e têm uma clara compreensão do que ela significa. Nas reuniões da diretoria da Fundação Carnegie, eles discutiam essa questão de uma forma bem acadêmica. Após muitos meses de deliberação, eles chegaram à conclusão que, de todas as opções disponíveis para alterar as atitudes políticas e sociais havia somente uma que era historicamente confiável. Essa opção era a guerra. Somente em tempos de guerra, eles raciocinavam, as pessoas estariam dispostas a abrir mão das coisas que amavam em troca da desesperadora necessidade e desejo de segurança contra um inimigo mortal. E, assim, o Carnegie Endowment Fund for International Peace (Fundo Carnegie Para a Paz Internacional) declarava em suas minutas que precisava fazer todo o possível para colocar os EUA em guerra.
Eles também diziam que havia outras ações necessárias, e estas eram as palavras exatas: "Precisamos controlar a educação nos Estados Unidos." Eles perceberam que essa era uma tarefa muito grande, de modo que se uniram com a Fundação Rockefeller e com a Fundação Guggenheim para aplicarem em conjunto seus recursos financeiros para controlar a educação no EUA — em particular, para controlar o ensino da história. Eles atribuíram essas áreas de responsabilidade que envolviam questões relacionadas com assuntos domésticos à Fundação Rockefeller, as questões que se relacionavam com as questões internacionais foram assumidas como responsabilidades pelo Carnegie Endowment.

REESCREVENDO OS LIVROS DE HISTÓRIA

O primeiro objetivo deles era reescrever os livros de história, e discutiram em profundidade como fazer isso. Eles abordaram alguns dos historiadores mais proeminentes da época e apresentaram-lhes a proposta para eles reescreverem a história de modo a favorecer o conceito de coletivismo, mas foram prontamente rejeitados. Então eles decidiram — e, novamente, estas são suas próprias palavras, "Precisamos criar nossa própria safra de historiadores.".
Eles selecionaram vinte candidatos no nível universitário que estavam fazendo doutorado em História Americana. Eles então foram à Fundação Guggenheim e disseram: "Vocês dariam bolsas para os candidatos que selecionássemos, que têm a estrutura mental correta, aqueles que vejam o valor do coletivismo, como nós vemos? Vocês os ajudariam a obter seus doutorados para que possamos colocá-los em posições de proeminência e liderança no mundo acadêmico?" E a resposta foi "Sim".

Assim, eles juntaram uma lista de jovens que estavam buscando obter o doutorado. Eles os entrevistaram, analisaram suas atitudes, e escolheram os vinte que acharam que eram os mais adequados para seus propósitos. Eles os enviaram a Londres para receberem instruções. (Posteriormente, explicarei por que Londres é tão importante.) Nessa reunião, eles ouviram o que seria esperado deles depois de receberem os doutorados que estavam buscando. Eles foram instruídos que teriam de ver a história, escrever a história e ensinar a história da perspectiva que o coletivismo era uma força positiva no mundo e era a onda do futuro.
Agora, vamos para as próprias palavras do Sr. Dodd, como ele descreveu esse evento diante de nossas câmeras em 1982. Ele disse:


"Esse grupo de vinte historiadores eventualmente formou o núcleo da Associação Americana de História. Em seguida, por volta do fim dos anos 1920, o Carnegie Endowment concede à Associação Americana de História $ 400.000 (uma vastíssima soma naquele tempo) para um estudo da história de uma maneira que aponte para o que este país pode esperar no futuro. Isso culmina em um estudo de sete volumes, o último dos quais é um resumo do conteúdo dos outros seis. E a essência do último volume é: o futuro deste país pertence ao coletivismo, administrado com as características da eficiência americana." [1].

Agora, precisamos desligar por alguns instantes nossa máquina do tempo e tratar dessa palavra coletivismo. Você a ouvirá muitas vezes. Especialmente se mergulhar dos documentos históricos dos indivíduos e grupos que estamos discutindo, você os encontrará usando essa palavra repetidamente. Embora a maioria das pessoas tenha somente um vago conceito do que ela significa, os defensores do coletivismo têm uma compreensão muito clara dele, de modo que vamos lidar com isso agora.

Continua...

terça-feira, 27 de outubro de 2009

O Abismo entre Individualismo e Coletivismo

Palestra proferida por Edward Griffin: transcrita e traduzida. Parte 1:

(...) O que vou dizer é isto: embora creia-se comumente que a Guerra ao Terrorismo é um esforço nobre para defender as liberdades, na realidade ela tem pouco a ver com o terrorismo e menos ainda com a defesa das liberdades. Existem outras agendas em operação; agendas que são muito menos louváveis; agendas que, na verdade, são exatamente o oposto do que aquilo que nos dizem. O propósito desta apresentação é provar que, o que está se desdobrando hoje, não é uma guerra ao terrorismo para defender as liberdades, mas uma guerra contra as liberdades que requer a defesa do terrorismo.
Isso é o que vou dizer hoje, e vocês provavelmente estão se perguntando como alguém em sua mente sã poderia pensar que poderemos provar um argumento como esse? Assim, vamos direto para ele; e a primeira coisa que precisamos fazer é confrontar a palavra prova. O que é prova? Não existe prova absoluta. Existe somente evidência. A prova pode ser definida como evidência suficiente para convencer o observador que uma determinada hipótese é verdadeira. A mesma evidência que é convincente para uma pessoa pode não convencer outra. Destarte, o caso é provado para a primeira pessoa, mas não para a segunda, que ainda precisa de maiores evidências. Portanto, quando falamos de prova, estamos na verdade falando de evidências.
É meu intento dizer a vocês aquilo que eu disse a vocês desenvolvendo o caso lenta e metodicamente; mostrar o motivo e a oportunidade; apresentar testemunhas oculares e o testemunho de especialistas. Em outras palavras, fornecerei evidências — com base em evidência — e mais evidências, até que a montanha esteja tão alta que até o cético mais relutante terá de concluir que o caso foi provado.
Onde encontramos essa evidência? O primeiro lugar a olhar é a história. O passado é a chave para o presente, e nunca podemos compreender plenamente onde estamos hoje a não ser que saibamos que caminho foi percorrido para chegar aqui. Foi Will Durant quem disse: "Aqueles que não sabem nada da história estão condenados para sempre a repeti-la.".
Estamos condenados a repetir a história na guerra contra o terrorismo? Se continuarmos a seguir o caminho circular em que estamos agora, acredito que sim. Mas para descobrir se isso é verdadeiro, precisamos voltar atrás no tempo. Portanto, eu agora os convido a me seguirem em minha máquina do tempo. Vamos nos deslocar na história um pouco e ver alguns grandes eventos e grandes erros para ver se existem paralelos, lições a serem aprendidas para os dias atuais. Preciso adverti-los que parecerá que estamos perdidos no tempo. Vamos para ali e para lá e então saltar ainda mais para trás, e depois para frente no tempo, e estaremos examinando questões que podem fazer você pensar: "que raios isso tem que ver com o hoje?" Mas posso assegurar que, quando chegarmos ao fim da nossa jornada, você verá que tudo que abordamos tem uma relevância direta com o hoje e, em particular, com a guerra contra o terrorismo.
Continua:

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

A Segunda Crise

A segunda crise está em andamento, é a crise financeira, que começou com as hipotecas americanas e atingiu o sistema financeiro global.
Essa é outra crise que avança um pouco mais a Nova Ordem Mundial e os planos para a implantação do Governo Mundial.
http://jbonline.terra.com.br/extra/2008/11/10/e101121430.html
Lula diz que crise é oportunidade para criar uma Nova Ordem Mundial.
Na recente reunião de cúpula do G-20, realizada nos Estados Unidos, o clamor era por uma maior regulamentação do sistema financeiro mundial, permitindo a fiscalização por parte de organismos internacionais como o FMI, Banco Mundial e outros.
Eis algumas das decisões dessa reunião:
cúpula do G-20 em washington
a) O FMI e o FSF (fórum de estabilidade financeira, em inglês) expandido deverão ter como foco a mudança de padrões. Juntos, devem aprimorar esforços com vistas a integrar melhor as responsabilidades de supervisão e regulamentação.
b) O FMI, em coordenação com o FSF e outras instituições, deve ter um papel de liderança no aprendizado de lições da crise atual.
c) Devemos rever a adequação dos recursos do FMI, do Banco Mundial e outros bancos de desenvolvimento e estar prontos para elevá-los onde for necessário.
Vemos como o FMI, que estava esquecido, voltou a ter visibilidade e autoridade para ser o supervisor do sistema financeiro, vale lembrar que o FMI é um órgão da ONU, que é ela mesma o núcleo do futuro Governo Mundial. Com relação a uma maior ingerência dos governos no mercado financeiro algumas propostas foram feitas.
a) - As autoridades regionais e internacionais devem trabalhar em conjunto para aprimorar a cooperação regulatória entre jurisdições.
b) - As autoridades regionais e internacionais devem trabalhar para promover o compartilhamento de informações sobre ameaças à estabilidade financeira local e global.
c) - As autoridades regionais e internacionais também devem rever as regras de conduta de negócios para proteger os mercados e os investidores, especialmente contra a manipulação e a fraude.
Essas decisões são importantes porque põem organismos ligados a ONU no papel de reguladores do sistema financeiro e os governos como legisladores do sistema financeiro. A confusão no sistema financeiro mundial foi alardeada pela grande mídia como sendo culpa apenas dos bancos que o financiavam hipotecas para pessoas que não possuíam um histórico creditício confiável, mas o site www.globalresearch.ca no artigo intitulado "A mais séria crise econômica da história moderna", diz o seguinte:
O abalo financeiro de outubro de 2008 não é o resultado de um fenômeno econômico cíclico. É o resultado de uma política de governo instrumentalizada através do tesouro e da junta da reserva federal dos Estados Unidos. (tradução nossa).
O ex-presidente do FED Alan Greenspan admitiu em depoimento no congresso americano que cometeu erros durante seus anos no cargo. Uma das maiores críticas feitas a Greenspan é que ele manteve as taxas de juros americanas baixas demais por um tempo excessivo, facilitando a oferta de crédito e, assim, alimentando a bolha imobiliária que está na raiz da atual crise. http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2008/10/081023_greenspan_errorg.shtml
Pelos pronunciamentos dos líderes do G-20 percebemos um viés em direção ao coletivismo, que é o objetivo final da Nova Ordem Mundial. Poucas pessoas se preocupam com os rumos da política internacional depois da queda do muro de Berlim e a derrocada da União Soviética. Mas o próprio ex-presidente russo Mikhail Gorbatchev em visita aos Estados Unidos para angariar fundos para sua fundação declarou o seguinte:
"Uma alternativa entre comunismo e capitalismo estará sendo oferecida em um futuro próximo".
E qual seria essa alternativa?
Essa alternativa é o coletivismo, o grande sonho dos globalistas da ONU. A reunião de cúpula do G-20 estava buscando uma solução para a crise uma vez que na opinião deles o capitalismo já não é um regime confiável, e pelo pudemos ver acima pelas medidas propostas e pelo matiz socialista da quase totalidade dos membros da reunião eles querem uma maior intervenção dos governos e da ONU nos mercados financeiros.
Vejamos essa declaração: "O s poderes do capitalismo financeiro têm outro alvo muito abrangente, nada menos do que criar um sistema mundial de controle financeiro em mãos privadas capaz de dominar o sistema político de cada país e a economia do mundo como um todo..."
Raízes revolucionárias da ONU - www.espada.eti.br
Num regime coletivista o Estado é visto como o solucionador de todos os problemas importantes; o que leva a corrupção política, ao totalitarismo, a baixa produtividade e a escassez. O futuro está chamando... www.espada.eti.br.
Isto foi exatamente o que o presidente Lula disse em várias ocasiões, onde pedia mais intervenção estatal nos mercados financeiros e cujas propostas nesse sentido foram bastante elogiadas. Durante sua visita a Itália, antes da reunião de cúpula, Lula disse o seguinte:
"Precisamos formar um outro (sistema financeiro), imune às aventuras do capitalismo especulativo, mais transparente, com regras e controles mais estritos, em benefício da sustentabilidade do crescimento e do desenvolvimento".
http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2008/11/081110_lula_consenso_fp_cq.shtml
http://www.estadao.com.br/economia/not_eco274822,0.htm
A princípio pode parecer que os bancos sofrerão algum prejuízo com uma maior fiscalização pelos governos e pelo FMI, mas na verdade eles serão os maiores beneficiados. Na definição acima de coletivismo vemos que uma maior participação do Estado leva a mais corrupção, como? O poder do dinheiro é quase irresistível para os políticos, logo a estrutura legislativa do país é bastante vulnerável a um poder corruptor com recursos financeiros ilimitados.
Portanto essas duas crises, a luta contra o terrorismo e a recente crise financeira, estão preparando o terreno para uma maior união e colaboração dos países, quebrando paulatinamente a idéia de soberania dos Estados e criando um clima propício para uma ingerência cada vez maior da ONU nos países, uma vez que todos devem colaborar para o bem comum da humanidade.

terça-feira, 29 de setembro de 2009

A Política Mundial pós-2001

Tudo na política mundial é cuidadosamente engendrado, ou seja, produzido.

"Em se tratando de política, NADA é por acaso". Roosevelt.

Fonte: www.novaordemglobal.blogspot.com


Duas crises e o processo de implantação da Nova Ordem mundial recebeu uma aceleração enorme no seu desenvolvimento.
A primeira crise foi desencadeada pelos atentados de 11 de setembro de 2001 às torres gêmeas nos Estados Unidos. A partir daí o mundo mudou e muito.
torres gêmeas em chamas
Os atentados deflagaram a onda de medo de novos atentados tanto nos Estados Unidos como na Europa, com reflexos no restante do mundo. Sob a bandeira de combate ao terrorismo e para evitar novos ataques foram estabelecidas medidas de segurança e controle através de leis cada vez mais limitadoras da liberdade dos cidadãos nativos e estrangeiros, principalmente nos países atingidos e nos possíveis alvos de atentados terroristas.
Após os atentados, o que mais se ouvia era que se a perda de parte da liberdade e da privacidade era o preço a pagar pela segurança então o governo devia garantir por todos os meios disponíveis a segurança da população para evitar novos atentados no futuro.
Enquanto a população vivia um clima de paranóia, desconfiando de qualquer estrangeiro que se parecesse árabe ou muçulmano, o governo americano criava leis e tomava medidas de segurança que supostamente tornaria o país mais seguro contra ataques terroristas.
Muitas das leis criadas ainda não foram totalmente implantadas, se fossem transformariam o país numa ditadura em apenas 24 horas.
Há vários sites na internet, a maioria em inglês, com artigos que mostram como as pessoas em postos importantes no governo americano se aproveitaram da situação para criar uma legislação ditatorial quase ás escondidas, tudo sob a desculpa de combate ao terrorismo. No site http://www.espada.eti.br/ pode-se encontrar vários artigos de David Bay sobre este assunto.
A Europa, com apoio irrestrito da Inglaterra, que também sofreu atentados e tinha células terroristas em seu território, tomou medidas de prevenção ao combate ao terrorismo.
Hoje temos um mundo mais vigiado, mas não mais seguro. Na verdade as novas leis deram aos governos americano e europeu mecanismos legais de bisbilhotagem e vigilância sobre qualquer indivíduo considerado suspeito.
Foram desenvolvidos aparatos tecnológicos sofisticados para monitoração e espionagem, além de criar um enorme banco de dados biométricos, com impressões digitais e fotografias de criminosos conhecidos e cidadãos estrangeiros em trânsito pelo país. Inclusive os serviços de fiscalização dos aeroportos podem confiscar telefones celulares, câmeras fotográficas, notebooks e até pen drives para exame do conteúdo, por um prazo de tempo não especificado.
O que antes parecia coisa de filme de ficção científica agora está no dia a dia das pessoas. Um exemplo é o uso de impressões digitais em caixas automáticos de bancos, hoje já é de uso corrente, a urna eletrônica para votação usando o mesmo princípio já está sendo testada, todo esse desenvolvimento em tecnologia de segurança teve grande impulso depois dos atentados de 11 de setembro.
Os atentados terroristas nos Estados Unidos deixaram o mundo mais vigiado, portanto mais fácil de ser controlado.
Henry Kissinger em discurso à organização Bilderberg em 21 de maio de 92, disse:
"Hoje, os americanos ficariam indignados se as forças da ONU entrassem em Los Angeles para restaurar a ordem. Amanhã, ficarão agradecidos! Isso será especialmente verdadeiro se lhes for dito que há uma ameaça externa do além, seja real ou promulgada, que põe em risco a nossa própria existência. Será então que todos os povos do mundo se submeterão aos líderes mundiais para serem protegidos desse mal. A única coisa que todos os homens temem é o desconhecido. Quando inseridos nesse cenário, os direitos individuais serão voluntariamente abdicados em troca da garantia de que o bem-estar será assegurado pelo Governo Mundial."
(Transcrito da fita gravada por um delegado)
Raízes Revolucionárias da ONU http://www.espada.eti.br/onu.asp%20.

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

O que na verdade foi Collor?

Por Armindo Abreu - economista, pesquisador e conferencista

Collor e seus mentores souberam aproveitar muito bem a frustração e a perplexidade populares ante a inesperada morte de Tancredo Neves, velho e alquebrado, caído na véspera de assumir o cargo e dando o governo, de mão beijada, a Sarney, que vinha de bons serviços prestados aos governos militares, já desgastados pelo longo tempo no Poder. E estes, apesar de haverem construído uma espetacular infra-estrutura de telecomunicações, haviam perdido, por descuido imperdoável, a batalha da comunicação, logo ocupada por adversários que passaram a demandar ‘eleições diretas’.
O povo, exaurido, seguiu a onda, pediu diretas mas só “ganhou” a presidência no Colégio Eleitoral... Ganhou, mas, como visto, não levou...Collor, homem Jovem e vigoroso, bem orientado pelos “conselheiros” do sistema de poder, “fez a sua hora”, no melancólico final do Governo Sarney. Aliou-se a um partido novo e de encomenda, sem passado criticável, e arrebatou o eleitorado com um discurso incisivo, supostamente patriótico (o ponto forte da época militar) decidido, que prometia combater o estado inchado (um paquiderme pesado e lerdo, como era caracterizado à época, justamente por ter sido o veículo usado pelos militares para conduzir o “Milagre Brasileiro”); as empresas do estado, muitas criadas no período pós-64, então transmutadas pela propaganda da oposição em símbolos da ineficiência, de altos salários e de cabides de emprego; os corruptos e os “marajás “ do serviço público, exatamente o discurso que as pesquisas de opinião, realizadas secretamente na época, mostravam que o eleitorado queria ouvir dos candidatos...
O problema é que, como todos os demais, em todas as épocas, Collor teria que fazer o seu juramento de fidelidade às forças que o apoiaram e honrar a palavra empenhada.Com o tremendo choque provocado pelo seu contundente discurso de posse, em que anunciou medidas dramáticas, entre elas o fechamento de empresas estatais e outras jóias do aparato da administração federal, como a Interbrás, autarquias como o IBC, O IAA, a SUDENE, a SUDAM, etc., simultaneamente a um monumental choque na economia. Promovendo o congelamento dos saldos em conta corrente e a taxação extraordinária de ativos financeiros, ELLE deu um choque de intervencionismo maciço no Brasil, fazendo com que, pela primeira vez numa democracia capitalista liberal, ninguém possuísse mais do que cinquenta mil unidades monetárias no bolso ou na conta corrente... Nenhuma organização socialista ou comunista, dentro ou fora da “cortina de ferro”, havia conseguido, antes, tamanha proeza de dirigismo econômico; nenhum governante da história jamais assumira pregando uma abertura à economia de mercado e logo de cara, dera um golpe intervencionista tão forte e certeiro contra os recursos privados das famílias que, por tanto tempo, haviam repudiado o estatismo socialista....
Despreparado, inculto, agressivo, quase desvairado, Collor renegou seus compromissos de sangue e passou a agir, depois disso, como se fosse o dono absoluto do país. Afinal, quem tudo pode, sempre pode um pouco mais...Fora de controle, logo passou a agir como se não devesse satisfações a quem quer que fosse e começou, com sua tropa de choque particular, a tentar construir um esquema de poder pessoal paralelo.O sistema de poder convencional, implacável, reagiu de pronto.Através da ação onipresente da mídia, o golpe de estado foi preparado com apuro e competência, dando-se ao povo a nítida impressão de que Collor cairia pela vontade absoluta dos “camisas-pretas”, que saíram às ruas em protesto contra o presidente.Começou, assim, o processo de impeachment e o Congresso, dócil, obediente ao “comando das ruas” (eufemismo para ‘ordens superiores’) fez o resto do serviço “democrático”...Mais um “golpe à brasileira”, leve, incruento, indolor. Afinal, aqui ainda não se mata os presidentes desavindos...

sábado, 19 de setembro de 2009

Mensagens Subliminares

Elas aparecem em todas as áreas da Comunicação.

Humanidade sob controle: Mensagens e manipulação subliminares


Publicado em Abril 27, 2008 por zhannko
Dr. José Maria Campos (Clemente)Médico clinico, pesquisador, escritor, membro da coordenação de Figueira.



Mensagens subliminares nos bombardeiam continuamente. Servem para isso todos os meios de comunicação: livros, revistas, TV, rádio, música, internet, videogames, histórias em quadrinhos, outdoors, posters, panfletos etc.
Segundo o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa, em psicologia, subliminar é aquilo “que não ultrapassa o limiar da consciência, que não é suficientemente intenso para penetrar na consciência, mas que, pela repetição ou por outras técnicas, pode atingir o subconsciente, afetando emoções, desejos, opiniões”.
Mensagens subliminares são, portanto, as enviadas dissimulada e ocultamente, abaixo dos limites da nossa percepção consciente e que influenciam nossas escolhas e atitudes e motivam a tomada de decisões posteriores. Entram na nossa mente de forma sorrateira, aí ficam inertes, latentes, e são ativadas apenas na hora certa.
De modo geral não se tem idéia do que seja uma mensagem ou manipulação subliminar. Porém, com certeza todos já foram e ainda podem estar sendo vítimas dela. Hoje em dia grande número de empresas, governos, religiões e firmas de propaganda e publicidade usa mensagens subliminares, por serem extremamente efetivas. O trunfo desses grupos consiste em, primeiro, negar que utilizam técnicas de manipulação. Segundo, negar a própria idéia de serem tais mecanismos capazes de levar as pessoas a estados de consciência passíveis de controle.
Essas sugestões ocultas, que somente o subconsciente percebe, são uma forma de indução hipnótica. Nas últimas décadas, pesquisadores e psicólogos se empenharam em criar técnicas astutas para contornar a mente consciente e embutir no subconsciente mensagens subliminares, com intenções e conteúdos bem específicos.
Técnicas para embutir mensagens subliminares:
Uma das técnicas usa sons subaudíveis para dissimular mensagens sonoras por entre a música, por trás da comunicação falada ou por meio de técnicas ainda mais sofisticadas. Grandes lojas ou redes de supermercados podem estar usando esses sons ou mensagens por trás da música de fundo. Podem usar também jingles, que, segundo o dicionário, são “mensagens publicitárias musicadas, que consistem em estribilho simples e de curta duração, próprio para ser lembrado e cantarolado com facilidade”. Em pouco tempo acabam impregnando a mente e o subconsciente das pessoas com suas induções subliminares.
Uma das intenções preconizadas para seu uso é a de prevenir roubos, porém, a intenção real é muito mais insidiosa do que essa, aparente. Comandos como obedeça – compre mais – gaste – durma – nós o estamos vigiando podem estar sendo repetidos inúmeras vezes, em voz ritmada e monótona, em volume baixíssimo. São engrenados diretamente no subconsciente, para contornar os mecanismos de defesa da mente consciente. O subconsciente fica então coagido a produzir sensações induzidas pelos comandos e deixa de criar o estado de alerta, que nos põe mais atentos diante de algo que possa estar errado.
Como se vê, não é intenção da mensagem subliminar manipular o consciente, mas sim estimular sentimentos e sensações, tais como temor – ódio – amor – euforia – torpor, induzidos pelos comandos. E, o que é mais grave, ela pode também produzir estados alterados de consciência.
Estados alterados de consciência:
Dick Sutphen, teósofo e estudioso da hipnose e dos estados afins, relata uma experiência de manipulação subliminar, da qual participou: “Fui com um grupo a uma reunião num auditório de Los Angeles onde mais de 10 mil pessoas se reuniam para ouvir uma figura carismática. Mais ou menos 20 minutos depois de chegar ali, percebi que eu entrava num estado alterado de consciência e dele saía. Os que me acompanhavam experimentavam a mesma coisa. Por cuidadosa observação, percebíamos o que acontecia, mas os que nos rodeavam nada percebiam. O que parecia ser uma demonstração espontânea era, de fato, uma astuta manipulação”.
Segundo ele, a indução ao transe grupal, nesse caso, se devia a uma vibração de seis a sete ciclos por segundo, que soava junto com o som do ar condicionado. Essa vibração, em particular, gera ritmos alfa que tornam as pessoas altamente susceptíveis a sugestões. Quase um terço da população global é capaz de entrar em semelhantes estados.
Outra técnica de manipulação subliminar é a de “embutir”. Nela mensagens visuais são dissimuladas entre os fotogramas e projetadas tão rápido que não são vistas. Consiste em imprimir comandos de forma tênue e quase apagada no fundo de quadros impressos. O resultado final é praticamente invisível ao olho. Os computadores hoje em dia fazem isso de forma rápida e automática. Imprimem um mosaico de fundo com palavras como durma, obedeça, sexo etc., mensagens que ninguém nota. Material impresso, como jornais, revistas e livros para adultos e para crianças, pode conter mensagens escritas, imagens e símbolos embutidos no fundo. Dessa forma, mensagens dissimuladas e repetidas vão debilitando o subconsciente, que nos alertaria diante de comandos ocultos. A técnica de embutir é a mais comum das mensagens subliminares.
Televisão:
A TV faz muito mais do que apenas entreter, pois também é capaz de produzir estados alterados de consciência. Neles a pessoa passa a usar mais o hemisfério direito do cérebro, onde ocorre liberação de neurotransmissores opiáceos – as endorfinas -, substâncias quimicamente quase idênticas ao ópio. Sob seu efeito ela experimenta sensações agradáveis e sempre vai desejar repeti-las.
Pesquisas feitas por H. Krugman mostraram que, enquanto as pessoas assistem TV, a atividade do hemisfério direito do cérebro excede a do esquerdo na relação de 2 para 1. Isso significa que, influenciadas pela TV, as pessoas começam a apresentar estados alterados de consciência. E freqüentemente estão em estado de transe, pois a TV lhes fornece sua “dose fixa” de endorfinas opiáceas.
Para medir o estado de atenção e de vigília das pessoas diante da TV, o psicofisiologista Thomas Mulholland realizou o seguinte experimento: conectou telespectadores jovens a aparelhos de eletrencefalografia. O aparelho estava ligado a um fio que interrompia a TV sempre que a atividade cerebral dos jovens produzia maioria de ondas alfa. Embora lhes fosse pedido que se concentrassem no que estava sendo exibido, apenas poucos conseguiram manter o aparelho ligado por mais de 30 segundos!
Muitos telespectadores já vivem hipnotizados, e aprofundar neles o estado de transe é muito fácil. A maneira mais simples é a de inserir um fotograma preto a cada 32 fotogramas do filme. Isso cria uma pulsação de 45 batidas por minuto, percebida somente pelo subconsciente, e esse é o ritmo ideal para provocar uma hipnose profunda. Até a idade de 16 anos, as crianças terão passado mais de l5 mil horas vendo TV, muito mais tempo do que passam na escola. Uma TV, em média, fica ligada quase sete horas por dia em uma casa normal, de acordo com as estatísticas dos anos 80. E isso cresceu. Muitas pessoas estão hoje se movendo rapidamente para um mundo em “estado alfa”: olhar plácido e vítreo e resposta pronta e obediente às instruções e comandos. Imaginem um filme que mostre 60 fotogramas por segundo e que nossa percepção registre apenas 45 por segundo. Se em um deles for projetada uma garrafa de refrigerante, o consciente não notará, mas o subconsciente sim. Se for projetada cinco a seis vezes durante o filme, a pessoa, ao final, poderá sentir, de forma súbita, uma vontade incontrolável e inconsciente de tOmar o refrigerante, mesmo que não tenha hábito de bebê-lo ou que não seja o seu favorito!
Nos EUA foi feita uma experiência para provar a eficácia dessa técnica. Em um filme foi projetada várias vezes, em flashes rápidos, a mensagem: “eat popcorn”, que em português significa “coma pipoca”. Na saída do cinema foi colocado um carrinho de pipoca, e a fila para comprá-la foi de dobrar o quarteirão.
Uma terceira e efetiva técnica de manipulação subliminar é a de “mascarar”, na qual as mensagens subliminares são astutamente incorporadas ao material impresso (quadros, desenhos) ou gravado.
Lavagem Cerebral:
Quando se começa a combinar mensagens subliminares por trás da música, a projetar cenas subliminares numa tela, a produzir efeitos visuais hipnóticos, a ouvir batidas musicais a um ritmo que induz as pessoas ao estado de transe, consegue-se uma lavagem cerebral extremamente eficaz.
Se alguém pensa que há lei contra tudo isto, saiba que não há. Existem forças ocultas e escusas que obviamente querem que as coisas permaneçam assim mesmo como estão e que a humanidade permaneça sob controle.
A atmosfera física e psíquica da Terra é hoje um “mar infestado” de ondas e vibrações as mais diversas, de todas as procedências e fora de qualquer controle. Toda vigilância é pouca.
Desse modo, resta-nos vigiar e orar sempre, porque não há trevas que resistam ao poder da Luz.”
Fonte: Revista Sinais de Figueira, Ano 5, n° 13.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

O CLUBE DE ROMA

Lembrem-se de que não se trata de "teoria da conspiração", mas sim de fatos. E contra os mesmos, dificilmente pode-se argumentar.

Trechos do livro "Conspirators' Hierarchy: The Story of the Committee of 300", pelo Dr. John Coleman (America West Publishers, Carson City, Nevada:1992).

Na minha carreira como funcionário do serviço secreto, em muitas ocasiões tive acesso a documentos altamente confidenciais, mas trabalhando como um cientista político em Angola, no Oeste da África, tive acesso a uma série de documentos confidenciais ultra-secretos extraordinariamente explícitos. O que eu vi me deixou irado e ressentido e me lançou numa direção irreversível, com o objetivo primordial de desmascarar o poder que controla e manipula os governos inglês e americano. - Doutor John Coleman, novembro de 1991.
Uma visão panorâmica e histórica
Certamente que alguns estão cientes de que as pessoas que governam o nosso país não são as que verdadeiramente controlam os assuntos políticos e econômicos, domésticos e exteriores. Isto levou muitos a buscarem a verdade na imprensa alternativa, os autores de boletins informativos que, como eu, procuraram descobrir, mas nem sempre com êxito, por que os Estados Unidos estão com esta doença terminal. "Buscai e encontrareis" nem sempre foi o caso com este grupo. O que nós descobrimos foi que as pessoas vivem em densas trevas, e a maioria delas não se preocupa nem se interessa em descobrir para onde o seu país está indo, acreditando firmemente que ele sempre estará ali para ajudá-las. É assim que a maioria da população foi manipulada a reagir, e com essa atitude as pessoas se tornam marionetes nas mãos do governo secreto.
Freqüentemente ouvimos falar que "eles" estão fazendo isto, aquilo e aquilo outro. "Eles" fazem qualquer coisa e passam impunes. "Eles" aumentam os impostos, mandam nossos filhos para morrerem em guerras que não beneficiam nosso país. "Eles" parecem inatingíveis, invisíveis para nós, e é frustrantemente nebuloso quando se trata de tomar uma ação contra "eles". Parece que ninguém consegue identificar claramente quem são "eles". É uma situação que já dura há décadas. No decorrer deste livro, vamos identificar esses "eles" tão misteriosos, e, depois disso, fica por conta das pessoas resolverem a sua situação.O Comitê dos 300 é uma sociedade altamente secreta, composta da classe governante intocável, que inclui a rainha da Inglaterra, a rainha da Holanda, a rainha da Dinamarca e as famílias reais da Europa.
Esses aristocratas decidiram, quando a Rainha Vitória faleceu, que, de modo a adquirirem controle de mundo, seria necessário que os seus aristocratas "fizessem negócios" com os que não são aristocratas, mas que são líderes extremamente poderosos de empresas a nível global. E desta forma as portas para o poder total se abriram para "os comuns", como a rainha da Inglaterra gosta de chamá-los.
Desde a época que trabalhei no serviço secreto eu sei que chefes de Estado em outros países se referem a este órgão onipotente como "Os Magos". Stalin criou a sua própria frase para descrevê-los: "As Forças Tenebrosas", e o presidente Eisenhower, que jamais conseguiu passar do nível "hofjuden" (Judeu da Corte), se referiu a isso numa declaração que de maneira alguma define exatamente o que são. Ele disse que se tratava do "complexo industrial militar".Quem são os conspiradores que servem ao poderoso e onipotente, Comitê dos 300? Os nossos cidadãos mais bem informados estão cientes de que existe uma conspiração e que a conspiração trabalha sob diversos nomes como por exemplo Iluminati, Maçons, Mesa Redonda, Grupo Milner. O problema é que é bem difícil obter informação verdadeiramente concre-ta sobre as atividades dos membros do governo invisível.
Para ter uma idéia da amplitude e do nível universal desta conspiração, seria adequado a esta altura definir as metas decididas pelo Comitê dos 300 para a conquista e controle iminente deste mundo. É preciso ter uma compreensão bem clara de por que a energia nuclear é tão odiada no mundo todo, e por que é que o movimento pseudo-ecológico, fundado e financiado pelo Clube de Roma, foi convocado para travar guerra contra a energia nuclear. Com a energia nuclear que gera a eletricidade de uma forma barata e abundante, os países do Terceiro Mundo aos poucos ficariam independentes do auxílio exterior dos Estados Unidos e começariam a firmar a sua soberania.
A energia nuclear é o segredo para tirar os países do Terceiro Mundo da sua condição retrógada, uma condição que o Comitê dos 300 ordenou que permanecesse.Menos auxilio estrangeiro significa menos controle dos recursos naturais de um país por parte do FMI, e a idéia das nações em desenvolvimento assumirem o controle do seu destino foi anátema para o Clube de Roma e o Comitê dos 300, que o dirige. Nós já virmos oposição ao uso da energia nuclear nos Estados Unidos ser usada com êxito para bloquear desenvolvimento industrial em conformidade com os planos de "Desenvolvimento Zero Pós-industrial" do Clube de Roma.
Depender da ajuda dos Estados Unidos na verdade mantém os países estrangeiros subjugados ao Conselho das Relações Exteriores. o povo que deveria receber auxílio nesses países, recebe uma mínima parte do dinheiro, visto que normalmente acaba indo parar no bolso dos líderes do governo que permitem que a matéria-prima do país seja consumida desenfreadamente pelo FMI.Mugabe do Zimbabwe, ex-Rodésia, é um bom exemplo de como a matéria-prima, neste caso minério de cromo de alto nível é controlada através do auxílio estrangeiro. LONRHO, o conglomerado gigantesco dirigido por Angus Ogilvie, um importante membro do Comitê dos 300, que trabalha para a sua prima Rainha Elisabeth II, tem agora controle total deste recurso tão valioso, enquanto que o povo do país afunda cada vez mais na pobreza e miséria, apesar de uma esmola de mais de 300 milhões de dólares por parte dos Estados Unidos.
A LONRHO agora monopoliza o cromo da Rodésia e cobra o preço que quer, sendo que durante o governo de Smith isso não era permitido. O preço permaneceu a um nível razoável por 25 anos antes do regime de Mugabe subir ao poder. Apesar de ter havido problemas durante o governo de 14 anos de Ian Smith, desde que ele partiu o desemprego quadruplicou e a realidade é que o Zimbabwe se encontra num estado de caos e bancarrota. Mugabe recebeu suficiente auxílio estrangeiro dos Estados Unidos (uns 300 milhões de dólares por ano) para dar-lhe condições de construir três hotéis na Cote d'Azur, Cap Ferat e Monte Carlo, enquanto que o seu povo sofre doença, desemprego, subnutrição e vive subjugado a um regime de ferro que não permite queixas. Compare isto com o governo de Smith, que jamais pediu nem recebeu um centavo sequer em forma de auxílio dos Estados Unidos.
Vê-se então claramente que o auxílio do exterior é um meio poderoso de exercitar controle sobre os países como o Zimbabwe, e na verdade todos os países da África.
CONTINUA...